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Sustentabilidade

JBS pretende restaurar até 3 mil hectares em Rondônia

Além de apoiar a regularização ambiental, o projeto estimula produtores a multiplicar o conhecimento sobre a técnica da muvuca de sementes

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Broadcast Agro

28/07/2025 - 13:15

Foto: Adobe Stock
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O Fundo JBS pela Amazônia anunciou, em nota, o lançamento do projeto Vitrines de Restauração, que combina recuperação ambiental com geração de renda para comunidades rurais de Rondônia. A iniciativa, realizada em parceria com a organização socioambiental Ecoporé e os Escritórios Verdes da JBS, tem potencial para restaurar até 3 mil hectares de vegetação nativa e elevar em até 60% a renda dos produtores rurais envolvidos, por meio da comercialização de sementes nativas, de acordo com a companhia.

Com investimento inicial de mais de R$ 200 mil, o projeto pretende recuperar áreas degradadas em propriedades com Cadastro Ambiental Rural (CAR) válido, especialmente da cadeia da pecuária. A tecnologia central da ação é a “muvuca de sementes”, técnica inspirada em práticas indígenas do Xingu, que utiliza uma mistura de sementes nativas e de adubação verde para acelerar a regeneração da vegetação e garantir cobertura rápida do solo.

CONTEÚDO PATROCINADO

A operacionalização do projeto é feita pela Ecoporé, que atua no isolamento das áreas, semeadura direta e capacitação dos produtores. Já os Escritórios Verdes da JBS oferecem assistência técnica, ambiental e gerencial gratuita aos proprietários rurais. Além de apoiar a regularização ambiental das fazendas, a iniciativa pretende estimular que os produtores se tornem agentes multiplicadores da técnica.

A ação também fomenta a bioeconomia regional ao envolver diretamente comunidades tradicionais na coleta e fornecimento de sementes. Os insumos utilizados na semeadura são adquiridos da Rede de Sementes da Bioeconomia Amazônica, composta por indígenas, quilombolas e agricultores familiares, o que gera inclusão social, valorização de saberes ancestrais e remuneração justa.

O projeto prevê oficinas com produtores em julho e início do plantio entre outubro e novembro. Em um cenário conservador, a iniciativa pode restaurar entre 100 e 300 hectares em dez anos, com uso de até 21 toneladas de sementes nativas. No cenário mais expansivo, a área restaurada pode chegar a 3 mil hectares e 210 toneladas de sementes, mantendo o potencial de geração de renda ampliada nas comunidades envolvidas.

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