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“Não há nada preocupante com a inflação dos alimentos”, diz Fávaro após reunião com Lula

Medidas para conter inflação dos alimentos foram discutidas, mas ministro adiantou que não serão “excepcionais”.

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Da Redação

11/03/2024 - 20:45

Reunião entre Lula (ao meio), Fávaro (à direita) e Pretto (à esquerda). Foto: Ricardo Stuckert/Palácio do Planalto
Reunião entre Lula (ao meio), Fávaro (à direita) e Pretto (à esquerda). Foto: Ricardo Stuckert/Palácio do Planalto

O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, esteve nesta segunda, 11, no Palácio do Planalto em uma reunião com o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, para discutir a inflação dos alimentos. Em áudio enviado aos jornalistas, o ministro afirmou que por enquanto não serão tomadas medidas “excepcionais” para conter essa inflação. 

“Não há nada preocupante com a inflação dos alimentos. O que devemos tomar de medidas são estruturantes para as próximas safras, garantindo a estabilidade de preço. Mas nada que requeira qualquer medida excepcional neste momento, mostrando que a tendência de todos os produtos é queda de preço”, disse Fávaro.

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Alimentos sendo vendido em feira
Foto: Adobe Stock

A reunião contou ainda com o presidente da Conab (Companhia Nacional de Abastecimento), Edegar Pretto, e membros do Ministério da Fazenda, do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, e da Casa Civil. Segundo o ministro da Agricultura, o presidente Lula queria entender porque os alimentos tiveram alta em janeiro e fevereiro e quais medidas poderiam ser tomadas. 

“As análises mostraram que pontualmente eram questões de entressafra, algumas coisas climáticas, mas com a safra já avançada, os sinais de queda de preços já estão claros e acontecendo”, explicou o chefe da Agricultura.

Apesar da discussão, nenhuma medida foi anunciada até o momento pelo governo federal. De acordo com os últimos dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística ), a inflação de janeiro ficou em 0,42%. Boa parte desse resultado foi devido à inflação no grupo de alimentos e bebidas, que ficou em 1,38%. 

Cenoura, batata, feijão, arroz e frutas foram os que mais pesaram na cesta de consumo. Itens que compõem a nova cesta básica anunciada pelo governo.

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