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Inovação

Entenda por que líder mundial em produção de embriões está investindo no Brasil

Trans Ova chega ao Brasil focada no melhoramento genético de bovinos e operação prevista para segundo semestre

Nome Colunistas

Fernanda Farias | Porto Alegre | fernanda.farias@estadao.com

16/08/2024 - 17:00

Foto: Trans Ova/Divulgação
Foto: Trans Ova/Divulgação

Mirando o potencial do mercado brasileiro, a Trans Ova Genetics deve começar a operar em solo nacional a partir de setembro deste ano. A líder em produção de embriões no mundo tem sede nos Estados Unidos e foi fundada há 44 anos, sendo referência em tecnologias reprodutivas. 

A multinacional irá operar, inicialmente, nas instalações da Central Alta Genetics, em Uberaba (MG), que irá comercializar os embriões. Ambas pertencem ao Grupo Urus, holding líder mundial em melhoramento genético bovino. Os valores envolvidos na operação não foram divulgados.

CONTEÚDO PATROCINADO

“A tecnologia é revolucionária e muito superior às disponíveis no mercado brasileiro. Todos ganham, os produtores aumentarão a produtividade e a cadeia produtiva do Brasil terá animais de melhor qualidade para entregar ao mercado”, diz ao Agro Estadão o gerente de mercado da Alta Genetics, Thiago Carrara.

Entre as tecnologias que serão desenvolvidas no laboratório da Alta, estão a transferência de embriões, a fertilização in vitro (FIV), o sêmen sexado, a preservação genética e a clonagem. 

Na pecuária de corte, as empresas destacam que o uso de embriões tem como objetivo melhorar a eficiência alimentar, o ganho de peso e a qualidade de carcaça, ao disseminar as características genéticas de forma mais rápida e consistente. Na pecuária leiteira, promete melhorar a produtividade, a qualidade do leite, a longevidade e a saúde do rebanho. 

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Mercado brasileiro de produção de embriões

O Brasil é considerado o segundo maior mercado de produção de embriões do mundo. Os dados mais recentes da Associação Brasileira de Inseminação Artificial (Asbia) indicam que o país produziu 538 mil embriões em 2022. Desse volume, cerca de 340 mil foram destinados ao gado de corte e pouco mais de 161 mil para o gado leiteiro. 

“A oferta de embriões no mercado nacional aumentará consistentemente com a nossa chegada, pois teremos capacidade de atender a demanda e proporcionar resultados acima da média para os pecuaristas”, afirma em nota Kevin Hoogendoorn, CEO da Trans Ova. 

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