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Economia

Café dispara em 2025, enquanto arroz e feijão ficam mais baratos ao consumidor

Preços de 12 produtos básicos caíram 1,40% em 2025 e Abras projeta crescimento de 3,2% no consumo das famílias brasileiras em 2026

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Redação Agro Estadão *

22/01/2026 - 15:46

Preços dos alimentos ficaram estáveis em 2025, aponta Abras. Foto: Adobe Stock
Preços dos alimentos ficaram estáveis em 2025, aponta Abras. Foto: Adobe Stock

Os preços dos alimentos viveram um período de relativa estabilidade ao longo de 2025, contribuindo para a sustentação do consumo dos brasileiros. Segundo o indicador Abrasmercado, da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), a variação acumulada dos preços de 35 produtos de alto consumo foi de apenas 0,73% no ano, com preço médio nacional de R$ 800,35.

No recorte de 12 produtos básicas, o indicador registrou retração de 1,40% em 2025, encerrando o ano em R$ 340,39. Entre os itens com maiores quedas estão o arroz, que acumulou baixa de 26,55%, o leite longa vida (-12,87%) e o feijão (-4,21%). Em sentido oposto, o café torrado e moído teve alta expressiva de 35,64% no acumulado do ano.

As carnes e proteínas apresentaram variações moderadas. O pernil registrou queda de 1,84%, enquanto os cortes bovinos tiveram altas de 1,30% no traseiro e 1,55% no dianteiro. O frango congelado subiu 1,60% e os ovos concentraram a maior alta do grupo, de 3,98%.

CONTEÚDO PATROCINADO

Consumo nos lares brasileiros

Com preços mais estáveis, o consumo dos brasileiros cresceu 3,68% em 2025 na comparação com o ano anterior, superando a projeção inicial da Abras, que estimava avanço de 2,7%. O resultado ficou próximo ao registrado em 2024, quando o indicador avançou 3,72%.

De acordo com o vice-presidente da Abras, Marcio Milan, fatores como condições climáticas mais favoráveis, safras recordes de grãos e um câmbio mais estável ajudaram a equilibrar os preços ao longo do ano, reduzindo pressões sobre o custo da alimentação no domicílio.

Para 2026, a Abras projeta crescimento de 3,2% no consumo das famílias, apoiado por estímulos à renda, como a ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda, o reajuste real do salário-mínimo e a manutenção dos programas de transferência de renda. Milan pondera, no entanto, que a taxa Selic em patamar elevado tende a manter o crédito mais restrito e o consumo mais cauteloso ao longo do ano.

* com informações do Broadcast

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