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Inovação

Baldan conclui primeira venda com criptomoedas e inaugura nova fase digital

Empresa prevê movimentar até R$ 1 milhão mensais em operações com criptoativos e fortalece relações comerciais no exterior

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Redação Agro Estadão

21/11/2025 - 15:10

Negociação com criptomoeadas envolveu representante da Baldan no Mercosul. Foto: Baldan/Divulgação
Negociação com criptomoeadas envolveu representante da Baldan no Mercosul. Foto: Baldan/Divulgação

A Baldan, uma das principais fabricantes brasileiras de máquinas e implementos agrícolas, realizou sua primeira negociação utilizando criptomoedas como forma de pagamento. O movimento marca uma nova fase de modernização da companhia e simboliza o avanço da transformação digital no agronegócio brasileiro. A empresa projeta que, em pouco tempo, poderá atingir cerca de R$ 1 milhão por mês em operações com criptoativos, ampliando sua presença em mercados internacionais e reafirmando seu foco em inovação.

A transação foi feita em parceria com a Foxbit, uma das maiores exchanges de ativos digitais do País, envolvendo um representante comercial da Baldan no Mercosul. Segundo a plataforma, a operação ocorreu dentro dos padrões habituais da empresa, sem necessidade de adaptações tecnológicas. Após a análise cadastral e definição dos limites de operação, o pagamento em cripto foi recebido, convertido em reais e repassado à Baldan.

CONTEÚDO PATROCINADO

O ativo digital utilizado foi a stablecoin USDT (Tether), vinculada ao dólar, recurso cada vez mais frequente em negociações corporativas por sua estabilidade, rapidez de liquidação e custos menores que os métodos financeiros tradicionais.

“Esse é um marco importante para a Baldan, pois reforça nosso compromisso com a inovação e com novas formas de atender nossos parceiros e clientes de maneira mais ágil e eficiente. Com esta modalidade, ampliamos as alternativas de meios de pagamento aos nossos clientes”, destacou Wolney Netto, CFO da Baldan, em nota.

Crescimento da adoção no setor

De acordo com a Foxbit, o agronegócio tem se consolidado como um dos segmentos mais dinâmicos no uso de ativos digitais. O setor já utiliza a tokenização de créditos do campo, soluções financeiras baseadas em blockchain e, cada vez mais, stablecoins para transações internacionais. Entre os exemplos de destaque, estão a compra de 70% da Adecoagro pela Tether e a expansão de iniciativas que buscam aumentar a liquidez e a eficiência financeira no agronegócio.

“O agronegócio brasileiro tem um papel estratégico na adoção de ativos digitais. É um setor que movimenta grandes volumes, lida com transações internacionais e busca constantemente eficiência. As stablecoins trazem previsibilidade de caixa e segurança para operações desse porte”, afirma Ricardo Dantas, CEO da Foxbit.

Entre os benefícios do uso de criptoativos, estão a liquidação quase imediata, a redução de custos e a proteção contra oscilações cambiais. No entanto, ainda existem desafios, como adequações de governança interna, padronização contábil e capacitação das equipes. “Por isso, contar com parceiros regulados e com infraestrutura de custódia segura é essencial para garantir a conformidade e a mitigação de riscos”, complementa Dantas.

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