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Sindiveg: área tratada com defensivos agrícolas cresceu 9,2% em 2024

Mais da metade da área tratada com defensivos agrícolas no país é composta por lavouras de soja

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Broadcast Agro

25/02/2025 - 08:25

Foto: Adobe Stock
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A área tratada com defensivos agrícolas no País cresceu 9,2% em 2024, para mais de 2 bilhões de hectares, segundo pesquisa da Kynetec Brasil, encomendada pelo Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para a Defesa Vegetal (Sindiveg). O volume de defensivos agrícolas utilizados para o controle de pragas, doenças e plantas daninhas cresceu 8,5% em relação ao mesmo período de 2023. A distribuição desse total é composta por herbicidas (45%), inseticidas (23%), fungicidas (23%), tratamentos de sementes (1%) e outros (8%).

Para a safra 2024/2025, a projeção é de que a área tratada com defensivos agrícolas cresça 6%, mantendo os mais de 2 bilhões de hectares do ano anterior. Essa área deve ser distribuída entre soja (55%), milho (17%), algodão (8%), pastagem (5%), cana (4%), trigo (3%), feijão (2%), hortifrúti (2%), café (1%), citros (1%), arroz (1%) e outros (1%). Na soja, a área tratada deve crescer 7%, com ênfase no combate a percevejos (4,9%) e lagartas (14,6%).

CONTEÚDO PATROCINADO

“Para realizar a análise (de 2024), foi utilizada a métrica denominada PAT (potencial de área tratada ou área tratada por produto), que leva em consideração o número de aplicações e o número de produtos no tanque utilizados para o controle das diversas pragas, doenças e plantas invasoras. No total, a área tratada está representada por soja (56%), milho (16%), algodão (8%), pastagem (5%), cana (4%), trigo (3%), feijão (2%), hortifruti (2%), citros (1%), café (1%), arroz (1%) e outros (2%)”, disse o Sindiveg em nota.

Em termos regionais, o valor de mercado dos defensivos agrícolas está concentrado principalmente em Mato Grosso e Rondônia (28%), São Paulo e Minas Gerais (18%), Bamatopipa (15%), Rio Grande do Sul e Santa Catarina (11%), Paraná (10%), Mato Grosso do Sul (8%), Goiânia e Distrito Federal (8%) e outras regiões (3%). O crescimento observado é atribuído à maior infestação por pragas, como lagartas, cigarrinhas e mosca branca.

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