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Agricultura

Projeto Soli3 recebe licença e crédito para indústria de soja no RS

Iniciativa, fruto de parceria entre cooperativas, prevê planta para biodiesel e derivados de soja, com início das obras esperado para 2026

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Redação Agro Estadão

11/03/2026 - 11:14

Foto: Divulgação/Cotrijal
Foto: Divulgação/Cotrijal

O governo do Rio Grande do Sul concedeu a licença ambiental prévia para a implantação da indústria de biocombustíveis Soli3 e confirmou a aprovação de uma linha de crédito de R$ 300 milhões para a iniciativa durante a 26ª edição da Expodireto Cotrijal. O projeto é resultado da parceria entre as cooperativas Cotrijal, Cotripal e Cotrisal e quer ampliar o processamento de soja no Estado, fortalecendo a integração entre as cooperativas do setor.

A licença prévia marca o encerramento da primeira etapa do processo de licenciamento ambiental do complexo industrial, que será instalado em Cruz Alta (RS). A próxima fase prevê a solicitação da licença de instalação, necessária para o início das obras, previsto ainda para o primeiro semestre deste ano. 

Durante o evento, o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) anunciou a aprovação de financiamento de R$ 300 milhões para viabilizar o empreendimento. Segundo representantes da instituição, a iniciativa é considerada estratégica para a cadeia do agronegócio e para a produção de biocombustíveis no Rio Grande do Sul.

O governador Eduardo Leite, que esteve presente no evento, afirmou que o investimento deve gerar empregos e ampliar o valor agregado da produção agrícola gaúcha, ao incentivar o processamento de grãos dentro do Estado. “Todos os nossos esforços devem estar voltados para que não nos limitemos à exportação de grãos, mas para ampliar ao máximo o processamento aqui, em nossa terra, gerando valor para todos os gaúchos”, disse.

A construção da planta deve gerar cerca de mil empregos durante a fase de obras. Após a conclusão, a unidade deverá manter cerca de 150 postos diretos de trabalho e aproximadamente 500 empregos indiretos. O início das operações está previsto para o primeiro semestre de 2028. 

Com capacidade prevista para processar cerca de 1 milhão de toneladas de soja por ano, o complexo industrial deve produzir biodiesel, farelo de soja, glicerina e casca peletizada. O faturamento estimado é de aproximadamente R$ 2,2 bilhões anuais. Inicialmente projetado para ocupar 62 mil metros quadrados, o complexo foi ampliado para 75 mil metros quadrados de área construída, com o objetivo de aumentar a capacidade operacional e atender a demandas futuras do mercado.

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