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Custeio da safra 2024/25 de soja em MT cai em fevereiro ante janeiro, diz Imea

Segundo cálculos do instituto, o indicador para a safra 2024/25 ficou projetado em R$ 4.145,75 por hectare na média de Mato Grosso, queda de 0,19% ante janeiro.

1 minuto de leitura

19/03/2024 | 18:24

Por: Broadcast Agro

grãos de soja caindo de colheitadeira
Foto: Adobe Stock

São Paulo, 19 – O custeio da soja em Mato Grosso para a próxima safra 2024/25, que será plantada no segundo semestre, caiu em fevereiro ante janeiro, informou o Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), em boletim. Segundo cálculos do instituto, o indicador para a safra 2024/25 ficou projetado em R$ 4.145,75 por hectare na média de Mato Grosso, queda de 0,19% ante janeiro. Segundo o Imea, o recuo ocorreu pela redução no custo de fertilizantes, corretivos e defensivos.

De todo modo, a relação de troca segue desfavorável ao produtor. Segundo o Imea, para que o sojicultor consiga adquirir 1 tonelada dos adubos super-simples (SSP) de MAP, são necessárias 21,93 sacas de soja para o super-simples e 40,45 sacas para o MAP.

“O panorama desfavorável na relação de troca é reflexo do recuo expressivo no preço futuro da oleaginosa”, observa o Imea. Por isso, o instituto recomenda ao produtor ter os custos na “ponta da caneta” para aproveitar as oscilações de mercado e minimizar riscos na próxima safra.

Esmagamento de soja – No mesmo boletim, o Imea informou que o esmagamento de soja em Mato Grosso no mês passado bateu recorde para fevereiro, somando 1,04 milhão de toneladas, alta de 19,33% ante igual mês de 2023 e 17,99% acima da média dos últimos cinco anos.

O Imea explica que a abertura de novas indústrias em Mato Grosso, além de demanda externa aquecida, principalmente de farelo de soja, explicam a alta. “Em relação à margem bruta de esmagamento, o indicador ficou na média de R$ 538,42/saca em fevereiro/2024, alta de 3,21% quando comparado com janeiro de 2024”, cita, no boletim. “Esse cenário foi pautado pela queda nos preços da soja em grãos na média de fevereiro/2024, que foi maior que a desvalorização nos preços dos subprodutos da oleaginosa.”

Por fim, para o mês de março/2024, espera-se que o ritmo do esmagamento continue aquecido, visto que a margem bruta nos primeiros quinze dias do mês aponta para um aumento na média estadual.

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