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Você sabia que o El Niño e La Niña afetam o agro?

Entenda como El Niño e La Niña mudam o clima no Brasil, afetam chuvas, safras, preços dos alimentos e o planejamento das lavouras.

By: Redação Agro Estadão
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Indústria a céu aberto depende do clima

O agronegócio brasileiro funciona como uma "indústria a céu aberto", onde cada plantio depende do clima. El Niño e La Niña são os principais responsáveis pelas mudanças no tempo.

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Oceano Pacífico altera ventos mundiais

Segundo o CPTEC/INPE, El Niño acontece quando as águas do Pacífico esquentam mais que o normal. La Niña ocorre quando essas águas esfriam, alterando os ventos atmosféricos.

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Fenômenos duram de 9 meses a 2 anos

O INMET explica que esses fenômenos podem durar de 9 meses a 2 anos. Por isso, seus efeitos aparecem em safras inteiras, não apenas em períodos curtos.

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Norte/Nordeste: seca no El Niño

Durante o El Niño, Norte e Nordeste enfrentam secas que prejudicam plantações e pastos. Animais ficam sem comida e culturas de feijão, milho e mandioca sofrem perdas.

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Sul: chuva demais no El Niño

No Sul acontece o contrário: chove demais. O excesso de água causa erosão do solo e doenças nas plantas, especialmente fungos que atacam soja e milho.

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La Niña reduz produção em até 30%

A La Niña é o maior problema para soja e milho no Sul e Mato Grosso do Sul. Eventos fortes podem reduzir a produção em até 30% por causa da seca.

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ZARC e app "Plantio Certo" ajudam

O governo criou o Zoneamento Agrícola de Risco Climático (ZARC) e o app "Plantio Certo" que indica os melhores períodos para plantar cada cultura com menor risco.

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Tecnologia reduz prejuízos climáticos

Embrapa desenvolveu sementes resistentes à seca e o Sistema Plantio Direto conserva umidade. Previsões precisas permitem melhor planejamento contra os fenômenos.

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