Cotações
Coreia do Sul abre mercado para produtos brasileiros à base de camarão
Brasil poderá exportar camarão não-quarentenário em diversas formas: sem cabeça, descascado, eviscerado ou não, com ou sem cauda, cozido ou cru
Broadcast Agro
17/04/2024 - 10:49

São Paulo, 17 – A Coreia do Sul decidiu autorizar a entrada de dez produtos brasileiros à base de camarão, sem a necessidade de emissão de Certificado Sanitário Internacional (CSI). A informação é do Ministério da Agricultura e Pecuária do Brasil.
Segundo comunicado do governo brasileiro, poderão ser comercializados camarões não-quarentenários em diversas formas: sem cabeça, descascados, eviscerados ou não, com ou sem cauda, cozidos ou crus, todos disponíveis congelados ou resfriados. As variedades incluem o camarão ebi (para sushi), camarão com cabeça e casca, camarão torpedo (empanado), camarão temperado e um mix de camarão com pedaços de peixe.
Os estabelecimentos brasileiros interessados em exportar os produtos devem ser previamente registrados no Ministério da Segurança dos Alimentos e Medicamentos da Coreia do Sul. O registro pode ser realizado tanto pelo importador sul-coreano quanto pelo exportador brasileiro.
Trata-se do segundo mercado aberto pela Coreia do Sul em menos de um mês. No início de abril, o país autorizou a exportação pelo Brasil de subprodutos de origem animal (farinhas e gorduras de aves) destinados à alimentação animal.
Em 2023, a Coreia do Sul foi o oitavo maior destino dos produtos agrícolas brasileiros, com exportações que somaram US$ 3,37 bilhões. Nos primeiros três meses deste ano, as vendas brasileiras desses produtos para o mercado sul-coreano alcançaram US$ 646 milhões.
Com a recente abertura, o agronegócio brasileiro alcançou sua 106ª expansão comercial em 50 países desde o início do ano passado, por meio de esforços entre o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e o Ministério das Relações Exteriores (MRE).
Newsletter
Acorde
bem informado
com as
notícias do campo
Mais lidas de Cotações
1
Saca de café é arrematada por R$ 26 mil em leilão no ES
2
Competição entre etanol e exportações pode elevar preços do milho, diz consultoria
3
Soja e milho recuam após USDA elevar estimativas de safras
4
Soja pressionada e algodão com viés de alta: o que esperar no curto prazo?
5
Menor demanda da China pela soja dos EUA pressiona cotações
6
Demanda enfraquecida pressiona preços do cacau em 2026
PUBLICIDADE
Notícias Relacionadas
Cotações
Preços do feijão disparam no fim de janeiro
Restrição de oferta, atraso na colheita da primeira safra e produção menor no Sul impulsionam cotações do carioca e do preto
Cotações
Demanda enfraquecida pressiona preços do cacau em 2026
Preços futuros do cacau recuaram na última semana e chegaram a operar próximos aos menores níveis em dois anos.
Cotações
Competição entre etanol e exportações pode elevar preços do milho, diz consultoria
Queda nos estoques de milho da China e possível retomada das importações por Pequim devem intensificar a concorrência pelo grão
Cotações
Saca de café é arrematada por R$ 26 mil em leilão no ES
Apesar de o preço não ter sido o maior da história, contribuiu para que leilão alcançasse novo recorde de faturamento: R$ 136,9 mil
Cotações
Menor demanda da China pela soja dos EUA pressiona cotações
Escalada das tensões diplomáticas entre Washington e a União Europeia reforçaram movimento negativo
Cotações
Conseleite MT define preços do leite para pagamento agora em janeiro
Valores de referência, para o leite da modalidade "posto propriedade", variam de R$ 1,64 a R$ 2,28 por litro, conforme volume e qualidade
Cotações
Soja pressionada e algodão com viés de alta: o que esperar no curto prazo?
Análise da Markestrat indica pressão de oferta sobre alguns mercados, ao passo que outros enfrentam um ambiente de volatilidade e cautela
Cotações
Soja e milho recuam após USDA elevar estimativas de safras
Além de projetar alta na produção norte-americana, departamento dos EUA prevê safra brasileira de soja de 178 milhões de toneladas