Entenda como esses insetos geram perdas bilionárias e saiba como proteger sua produtividade agrícola.
By: Redação Agro Estadão
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Perdas bilionárias
Anualmente, cupins causam prejuízos globais de 50 bilhões de dólares. No Brasil, solos ácidos favorecem a colonização dessas pragas, exigindo atenção do produtor.
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Organização fatal
Cupins vivem em castas: operários, soldados e reprodutores. Essa estrutura social permite ataques coordenados e eficientes contra as plantações.
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Principais espécies
Os gêneros Nasutitermes, Cornitermes e Coptotermes dominam o campo. Eles atacam de pastagens a raízes profundas, sendo o maior risco às culturas.
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Danos nas culturas
Na cana e no eucalipto, atacam raízes e colmos, impedindo a absorção de nutrientes e abrindo caminho para doenças que destroem a produtividade.
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Estruturas em risco
Silos, cercas e galpões de madeira são alvos. Além do dano estrutural, fezes e fragmentos podem contaminar grãos armazenados, gerando perdas extras.
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Impacto econômico
O prejuízo vai além da colheita: custos com replantio, reparos em cercas e a desvalorização da propriedade rural pesam no bolso do agricultor.
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Controle biológico
Fungos como Metarhizium anisopliae são aliados sustentáveis. Eles infectam e eliminam a colônia sem agredir o meio ambiente ou a saúde humana
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Manejo Integrado (MIP)
A melhor defesa une prevenção, barreiras físicas e controle químico. O MIP minimiza custos e maximiza a eficiência na proteção da fazenda.