A vaca de R$ 54 milhões e a era dos clones de animais
Saiba como a clonagem animal no Brasil evoluiu. Entenda por que a técnica exige rastreabilidade total do nascimento à morte.
By: Redação Agro Estadão
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A vaca de R$ 54 milhões
Donna FIV CIAV, da raça Nelore, é a vaca mais cara do mundo. Seu valor astronômico se justifica pela genética de elite, que já deu origem a três clones, transformando biotecnologia em negócio.
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Gêmeos em épocas diferentes
A técnica cria animais geneticamente iguais. Cientistas transferem o núcleo de uma célula do animal original para um óvulo vazio, resultando em um filhote com as mesmas qualidades da cópia.
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Por que clonar animais?
A clonagem garante que características raras, como conformação e produção de carne, não se percam. Funciona como um seguro para proteger e multiplicar investimentos de milhões de reais.
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Do laboratório ao pasto
Após a criação do embrião em laboratório, ele é implantado em uma barriga de aluguel. Todo o desenvolvimento exige cuidados rigorosos para garantir que o clone nasça saudável e forte.
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Rebanho mais uniforme
Com clones, o pecuarista elimina surpresas. Ele sabe exatamente qual será a qualidade da carne e do leite, tornando o retorno financeiro da fazenda muito mais previsível e eficiente.
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Segurança jurídica total
Sancionada em 2024, a Lei 15.021 regulamenta a produção e venda de clones no país. Isso dá transparência ao mercado e define regras claras para criadores e laboratórios nacionais.
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Controle do berço ao abate
Todo clone brasileiro deve ter registro completo de origem e identificação obrigatória. O ministério da agricultura fiscaliza o processo para garantir a saúde animal e a segurança sanitária.
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Brasil como referência
A regulamentação coloca o Brasil no topo da biotecnologia mundial. Clique no link abaixo para ler a reportagem completa no Agro Estadão e entender o impacto dessa tecnologia no setor.