Sîtio PANC/Divulgação
Valdely Kinupp, professor do Instituto Federal do Amazonas, adquiriu o terreno degradado em 2014. Equipado apenas com uma rede, ele vislumbrou transformar aquela terra em um modelo de produção sustentável.
Sítio PANC/Divulgação
Sitio PANC/Divulgação
O terreno apresentava solo queimado, voçorocas e barrancos. Parecia impossível cultivar algo ali. Mas Kinupp viu oportunidade onde outros viam apenas devastação e começou a aplicar técnicas inovadoras.
As Plantas Alimentícias Não Convencionais foram as verdadeiras protagonistas. Feijão-de-batata, espinafre d'água e couvinha se adaptaram perfeitamente, recuperando a terra e criando um sistema produtivo.
AAdobeStock
O que começou como experimento pessoal virou referência. Hoje o sítio oferece tours, agroindústria, eco hostel e educação. Sharon, companheira de Kinupp, ajuda a disseminar esse conhecimento.
Sîtio PANC.Divulgação
Restaurantes locais compram as PANCs cultivadas no sítio. O projeto prova que é possível unir recuperação ambiental, produção sustentável e viabilidade econômica, inspirando outros produtores rurais.
Sítio PANC/Divulgação
*Conteúdo gerado com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação Agro Estadão