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História do chapéu: tradição e proteção no campo brasileiro

A história do chapéu no campo brasileiro: de proteção contra o sol a símbolo cultural. Descubra sua importância, tipos e a legislação que o reconhece.

By: Redação Agro Estadão
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Mais que proteção, é símbolo cultural

O chapéu no campo brasileiro é muito mais que proteção contra o sol. Representa gerações de vaqueiros, peões e produtores rurais que construíram nossa agricultura.

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Lei trabalhista reconhece como proteção

O acessório ganhou tanto valor que virou símbolo cultural, reconhecido até pela lei trabalhista como equipamento de proteção individual adequado para o campo.

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Fake news sobre obrigatoriedade de capacete

Notícias falsas espalharam que nova lei obrigaria trocar chapéu por capacete. O Governo Federal esclareceu: esta informação é mentira. A tradição continua protegida.

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Começou com tropeiros portugueses

A história começou quando portugueses chegaram ao Brasil. Tropeiros e vaqueiros adaptaram chapéus europeus para o clima brasileiro, criando proteção contra sol forte.

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Cada região criou seu estilo próprio

No Nordeste, fizeram chapéus para calor seco. No Sul, modelos que protegessem da chuva. Cowboys norte-americanos também influenciaram nossos chapéus regionais.

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Aba larga: 10 a 12 centímetros

O modelo tradicional vaqueiro tem aba de 10 a 12 centímetros, perfeita para trabalho com gado. Protege rosto, pescoço e ombros durante trabalho a cavalo.

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Palha de trigo: herança italiana no Sul

Comum no Sul pela colonização italiana, feito artesanalmente pelas famílias. É leve, ventilado, ideal para lavouras e vinhedos, virando símbolo das festas de colheita.

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NR-31 protege tradição e segurança

A Norma Regulamentadora 31 reconhece chapéu como EPI adequado. Capacetes são obrigatórios apenas com risco de pancadas. A tradição convive com segurança moderna.

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