Fotos: Projeto Felinos do Pampa
Gato-palheiro-pampeano: o felino raro chamado de gato-fantasma
Conheça o gato-palheiro-pampeano, o felino mais raro do Brasil. Saiba por que ele é o "Fantasma dos Pampas".
By: Redação Agro Estadão
Fotos: Projeto Felinos do Pampa
Um dos felinos mais raros do Brasil
O gato-palheiro-pampeano vive apenas nos campos nativos do Pampa, no sul do Rio Grande do Sul, Uruguai e nordeste da Argentina. Recebeu o apelido de "Fantasma dos Pampas".
Fotos: Projeto Felinos do Pampa
Espécie descoberta recentemente
Por muito tempo os cientistas pensaram que era apenas uma variação de outro gato selvagem, mas pesquisas genéticas recentes confirmaram que se trata de uma espécie diferente.
Fotos: Projeto Felinos do Pampa
Camuflagem perfeita nos campos
Possui pelos pardo-acinzentados ou cinza-amarelados, orelhas grandes com pontas pretas, focinho rosado e duas linhas escuras nas bochechas. Pesa entre 3 e 6 kg.
Fotos: Projeto Felinos do Pampa
Apenas 243 adultos reprodutivos no Brasil
No Brasil existem apenas 243 animais adultos capazes de ter filhotes. A população total fica em torno de 809 indivíduos. A espécie já desapareceu de 90% dos locais originais.
Fotos: Projeto Felinos do Pampa
Estratégia única de defesa
Diferente de outros gatos que sobem em árvores, ele deita no chão e fica parado, apostando que sua cor vai se misturar com o mato seco dos campos.
Fotos: Projeto Felinos do Pampa
Come preás, aves e pequenos roedores
Fica mais ativo no final da tarde e início da noite. Come rãs, aves como perdizes e pequenos roedores. Sua presa favorita é o preá, roedor dos campos.
Fotos: Projeto Felinos do Pampa
Ameaçado por soja e eucalipto
A transformação dos campos nativos em plantações de soja e eucalipto é a maior ameaça. Nas últimas décadas, o habitat natural diminuiu 30% enquanto agricultura cresceu.
Fotos: Projeto Felinos do Pampa
Pesquisa científica para conservação
O Projeto Felinos do Pampa combina pesquisa científica, ações práticas e educação ambiental para proteção do gato fantasma. O trabalho começa com coleta de dados através de coleiras com GPS.
Leia a matéria completa