Descubra como funciona a classificação dos grãos de soja no País e como governo define limites de umidade, impurezas e defeitos das cargas.
By: Redação Agro Estadão
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Regulamento separa em dois grupos
A classificação da soja no Brasil segue Regulamento Técnico que separa grãos em dois grupos e fixa limites objetivos de umidade, impurezas e defeitos que impactam o preço.
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Padronização reduz descontos injustos
Com padronização, reduz-se risco de descontos injustos na entrega. Uma atualização foi iniciada em 2022, mas não avançou por falta de consenso entre os elos.
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Grupo I: consumo direto, Grupo II: outros usos
Grupo I: soja destinada ao consumo in natura, melhor qualidade. Grupo II: soja para outros usos, industrialização geral, incluindo grãos com pequenos defeitos.
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Máximo 14% de umidade e 1% de sujeira
Para ser considerada boa, a soja precisa ter no máximo 14% de umidade e menos de 1% de sujeira. Também não pode ter muitos grãos com defeitos.
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Defeitos graves: queimados, ardidos, mofados
Defeitos graves comprometem seriamente a qualidade. Queimados: carbonizados por secagem. Ardidos: fermentados, coloração escura. Mofados: com fungos visíveis.
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Defeitos leves: germinados, partidos, esverdeados
Defeitos leves não inviabilizam uso. Incluem grãos germinados, partidos, quebrados, esverdeados, amassados e fermentados sem comprometer qualidade final.
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Classificação no recebimento e expedição
Ocorre quando caminhão chega à cooperativa ou esmagadora. Inspeção visual, amostragem em pontos distribuídos, homogeneização e análise em três amostras identificadas.
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Laudo oficial por classificador habilitado
Análise resulta em Laudo e Certificado de Classificação oficial. Deve ser feita por classificador habilitado de empresa credenciada no MAPA, com direito a arbitragem.