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Cacto cabeça-de-frade e o risco de extinção

Conheça o cacto cabeça-de-frade, símbolo de resistência da Caatinga. Entenda por que está em risco de extinção e como protegê-lo.

By: Redação Agro Estadão
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Endêmico da Caatinga brasileira

O Melocactus é exclusivo do Nordeste brasileiro, adaptado aos terrenos rochosos da Caatinga. Sua aparência inconfundível marca o sertão árido.

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Dez anos para formar a coroa

O crescimento é extremamente lento. Demora até uma década para desenvolver a característica coroa vermelha, essencial para sua reprodução.

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Coroa vermelha para reprodução

A coroa é fundamental para sobrevivência da espécie. Entre setembro e dezembro, surgem flores cor-de-rosa que atraem polinizadores naturais.

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Raízes profundas para sobreviver

Adaptado ao semiárido, desenvolve raízes de até dois metros de profundidade. Elas penetram rachaduras de rochas para captar água escassa.

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Ameaçado pelo comércio ilegal

Plantas são extraídas da natureza para venda ornamental, mas raramente sobrevivem fora do habitat. O comércio ilegal devasta populações.

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Destruição da Caatinga isola plantas

Desmatamento fragmenta o habitat, isolando indivíduos e impedindo reprodução. O crescimento lento dificulta a recuperação das populações.

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Ibama alerta para extinção

Instituto destaca as principais ameaças: comércio ilegal e destruição do habitat. A espécie precisa de proteção urgente para não desaparecer.

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Proteja esta joia do sertão

Denuncie comércio ilegal e apoie conservação da Caatinga. O cacto cabeça-de-frade é patrimônio único que não pode ser perdido para sempre!

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