Economia
BNDES libera R$ 44,5 mi em financiamento para modernização do Grupo Terraverde
Recursos vão permitir construção de lojas e modernização de unidades que fornecem máquinas agrícolas, prevendo gerar 50 empregos diretos
Redação Agro Estadão
07/05/2025 - 08:00

O Grupo Terraverde, conglomerado empresarial com atuação nos segmentos de vendas e locação de máquinas agrícolas, terá um financiamento de R$ 44,5 milhões do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para a construção de lojas e modernização de unidades no Estado de São Paulo.
O objetivo do grupo é concluir as obras no segundo semestre de 2026, para atender à crescente demanda por máquinas e equipamentos agrícolas e de construção. A Terraverde Máquinas Agrícolas, maior empresa do grupo, é representante da marca John Deere. Conta com oito filiais no território paulista, pelas quais também comercializa pneus. A cliente da operação com o BNDES é a Real Estate, holding patrimonial do grupo, que é responsável pela gestão dos ativos imobiliários.
BNDES Finem
O financiamento será feito por meio do programa BNDES Finem – voltado a promover investimentos em diversos setores, como comércio e serviços – e inclui a construção de novas lojas em Piracicaba (SP) e Jaú (SP), e a modernização das instalações em Casa Branca (SP) e Araras (SP). Com isso, a Terraverde espera aumentar a visibilidade dos produtos John Deere e criar 50 empregos diretos.
“É uma diretriz do governo do presidente Lula fortalecer a agropecuária no país, setor responsável por uma imensa cadeia produtiva. E o BNDES é um operador importante no financiamento para garantir a expansão de negócios, o aumento da produção e a geração de emprego e renda, seja por meio do Plano Safra, seja com instrumentos próprios, como o Finem. Apenas no Plano Safra 2024/2025, o Banco já aprovou R$ 29,7 bilhões em crédito, atendendo a mais de 125 mil operações”, explica, em nota, o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante.
Newsletter
Acorde
bem informado
com as
notícias do campo
Mais lidas de Economia
1
Em investigação, China aponta 'dano grave' à indústria de carne bovina e notifica OMC e exportadores
2
Fim do papel: produtores rurais terão de emitir nota fiscal eletrônica em 2026
3
Reforma tributária: o que o produtor rural precisa fazer antes de janeiro?
4
Começa a valer obrigatoriedade de emissão de nota fiscal eletrônica
5
Salvaguarda à carne bovina: Câmara Brasil-China vê desfecho favorável ao setor brasileiro
6
Feiras do agro 2026: calendário dos principais eventos do setor
PUBLICIDADE
Notícias Relacionadas
Economia
Fenabrave prevê crescimento de 3,4% nas vendas de máquinas agrícolas em 2026
Entidade aposta em juros mais baixos, safra robusta e expansão dos consórcios como fatores que vão estimular investimentos
Economia
Brasil importa maior volume de trigo desde 2013
Compras externas somaram 6,8 milhões de toneladas em 2025, com reflexos sobre estoques e preços internos
Economia
BASF Soluções para Agricultura assume AgBiTech, empresa de controle biológico
BASF vê complementaridade entre soluções e expertises das empresas; expectativa é de que o acordo seja concluído em 2026
Economia
Tratores em Paris: por que agricultores europeus rejeitam o acordo Mercosul-UE
Com 27 fazendas fechando por dia, agricultores franceses protestam e cobram subsídios; resistência ao acordo permanece em outros países
Economia
Milho, soja e fertilizantes: como é o comércio com o Irã e os impactos da tarifa de Trump
Conflito preocupa associação de produtores de milho, que acompanha a situação junto ao maior comprador do cereal brasileiro
Economia
Vietnã habilita quatro novos frigoríficos para exportação de carne bovina
Com novas autorizações, Brasil dobra número de plantas habilitadas a exportar ao mercado vietnamita
Economia
Mercosul-UE: carnes ganham com acordo, mas impactos são distintos entre bovinos, aves e suínos
Acordo deve impulsionar as exportações do setor entre 5,1% e 19,7%, projeta Ipea; há expectativa para geração de vagas de emprego
Economia
Acordo Mercosul-UE: Santa Catarina constrói plano para ampliar competividade
Estado acompanha fase final de formalização do tratado e organiza ações para ampliar competitividade quando o acordo entrar em vigor